
O que seria da arte sem o observador? Mário de Andrade, poeta, modernista e crítico, já dizia: a arte é eminentemente social - não necessariamente com a conotação política que este termo tem sido tão explorado, mas, essencialmente, naquilo em que o fenômeno da arte está associado à própria existência do ser, para o qual ela se oferece.
Que bom, então, que novas mídias e novas maneiras nos são disponibilizadas a cada dia para fruirmos a arte, nossa e dos outros. Um dia ainda perguntaremos: o que seria da arte sem a Internet? É com este espírito que nos aventuramos a expor aqui idéias, ideais, poéticas, loucuras e tudo o mais!
2001 já vai longe! Mas há inquietações por toda parte que, se não nasceram naquele ano fatídico, o tem, ao menos, como referência: a poeira das torres gêmeas destruidas ainda está suspensa nos desertos, cidades e vilarejos do Oriente Médio. Bem como nos foruns de discussões que tentam dar conta da violência que se sucedeu àquele momento.
Conheça agora, num texto dinâmico e recheado de links interessantes (clicando nas palavras grifadas), um pouco da tragetória do artista plástico Emiliano Fonseca. Sintonizado com os acontecimentos de nosso tempo, este artista teve uma de suas obras alterada de forma significativa sob a influência dos terríveis acontecimentos do 11 de Setembro, quando participava de uma Mostra no momento em que a atmosfera formada pelos detritos dos escombros do World Trade Center ainda não havia se dissipado, interferindo de forma contundente no comportamento das pessoas e do próprio artista. continue...
English version: http://emilianofonseca.blog.co.uk
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